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Considere Isto

"A história tem demonstrado que os mais notáveis vencedores normalmente encontraram obstáculos dolorosos antes de triunfarem. Venceram porque se negaram a serem desencorajados por suas derrotas". (B. C. Forbes)

Considere isso:

Woody Allen, ator, escritor, produtor e diretor premiado pela academia, quando estava na universidade, teve seu trabalho cinematográfico rejeitado; também foi reprovado em língua inglesa.

Leon Uris, autor de "Exodus", foi reprovado no colégio três vezes.

Em 1959, a Universal Pictures dispensou Clint Eastwood e Burt Reynolds na mesma reunião com as seguintes declarações. Para Burt Reynolds: "Você não tem talento". Para Clint Eastwood: "Você tem uma fratura no seu dente e o seu pomo de Adão é proeminente, além disso, você fala muito devagar". Como você sabe, Burt Reynolds e Clint Eastwood se tornaram grandes estrelas do cinema americano.

Em 1944, Emmeline Snively, diretor da agência de modelos "Livro Azul", disse para candidata Norma Jean Baker (Marilyn Monroe), "Você estará melhor se cursar secretariado, ou então, arranje um marido."

Liv Ullman, que foi indicada duas vezes para o Oscar, como melhor atriz, foi reprovada em um teste na escola de teatro na Noruega. Os juízes disseram que ela não tinha talento.

Em 1962, quatro nervosos músicos fizeram uma apresentação para os executivos da Decca Recording Company. Os executivos não ficaram impressionados. Enquanto reprovavam este grupo de rock chamado "Os Beatles", um dos executivos disse, "Nós não gostamos das suas músicas. Grupos de guitarristas estão fora da moda."

Quando Alexander Graham Bell inventou o telefone em 1876, ele não fez uma lista das possibilidades e o potencial de utilização. Após fazer a demonstração para o presidente americano Rutherford Hayes, ele ouviu o seguinte: "É uma espantosa invenção, mas quem poderá querer fazer uso dela?"

Thomas Edson foi provavelmente o maior inventor da história das descobertas. Produziu em toda a sua vida mais de 1 300 inventos. Quando inventou a lâmpada, tentou mais de 2 000 experiências antes de fazê-la funcionar. Um jovem repórter perguntou a ele como se sentia fracassando tantas vezes. Ele disse: "Eu nunca fracassei. Eu inventei a lâmpada. Isso aconteceu no passo de número 2 000 do processo."

Em 1940, um outro jovem inventor chamado Chester Carlson apresentou sua idéia para 20 empresas, incluindo uma das maiores empresas americanas. Eles rejeitaram-na. Em 1947, após sete longos anos de rejeições, ele finalmente conseguiu que uma pequena companhia, chamada Haloid, se interessasse por sua idéia. Ela comprou os direitos para industrializar o processo eletrostático para reproduzir cópias. A Haloid, mais tarde, veio a ser a Xerox Corporation, e ambos, ela e Carlson, ficaram muito ricos.

(...)

Contudo, algo ficou por terminar nisso tudo. Quase todos os dias - com certeza todas as semanas - encontramos alguém que se instalou em seu próprio barco feito em casa, disposto a partir, com muita seriedade, numa viagem da vida cheia de ousadia, bastante amedrontadora.

Tal pessoa pode ser um amigo, seu cônjugue, um colega de trabalho, um vizinho, talvez um membro da família - seu próprio filho, ou irmão, irmã, pai - quem sabe? Um oceano de possibilidades convida com grande insistência mas, falando com franqueza: tudo parece muito ameaçador! Encoraje essa pessoa a prosseguir! Diga-lhe "sim". Grite entusiasticamente: "Você é alguém de valor... tenho muito orgulho de você!". Ouse dizer o que essa pessoa mais deseja ouvir: Vá em frente, prossiga!


"Para dobrar o índice de sucessos, triplique seu índice de fracassos."
(Wolf J. Rinke)

Reflita




Não espere um sorriso para ser gentil
Não espere ser amado para amar
Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de quem está ao seu lado
Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar
Não espere a queda para lembrar-se do conselho;
Não espere...
Não espere a enfermidade para perceber o quanto é frágil a vida;
Não espere pessoas perfeitas para então se apaixonar;
Não espere a mágoa para pedir perdão;
Não espere a separação para buscar reconciliação;
Não espere a dor para acreditar em oração;
Não espere elogios para acreditar em si mesmo;
Não espere.
Não espere que o outro tome a iniciativa se você foi o culpado;
Não espere o eu te amo, para dizer eu também;
Não espere o dia da sua morte para começar a amar a vida;
E então o que você está esperando?
Ame a vida, e seja feliz!

Momento Insight 11 02 2009



Você pode chegar lá

Todos os nossos sonhos podem tornar-se realidade - se tivermos a coragem de persegui-los.
(Walt Disney)




Sentimentos de apreensão sempre acompanham as pessoas que saem da zona de conforto. Inicialmente eles fazem com que você se sinta inseguro. É aí que se encontra o verdadeiro perigo. Preconceitos sobre o desconforto que está por vir fazem com que muitos desistam das mudanças desafiadoras que estão a um passo. O que acontece a essas pessoas? Nada emocionante.




Permanecem seguras na zona de conforto, apenas pensando em fazer algo novo e emocionante. Falam, sonham, talvez até desejem, mas nunca realmente experimentam o gosto de uma nova experiência PORQUE NUNCA AGEM! Você provavelmente conhece algumas pessoas assim.




Você as ouve dizer: Eu poderia fazer isso.... Eu poderia fazer aquilo.... ou, Um dia tentarei isso.... ou, Eu realmente farei isso.... e Não seria bom fazer isso? Mas, apesar de todas essas conversas, elas realmente nunca fazem algo!!!




Não é que sejam preguiçosas. O que acontece é que querem evitar a insegurança. Posso compreender isso mas, no fim das contas, é um fator que lhes rouba a possibilidade de se tornarem melhores do que são atualmente. O fato de nunca agir aumenta a possibilidade de, mais tarde, você se arrepender de não ter tentado, de forma mais árdua, tornar-se a pessoa que sempre sonhou ser.




Alguns sentem-se desencorajados porque não recebem os aplausos por seus esforços na medida em que esperavam. Eles evitam esforços. Como você pode saber se a próxima tentativa não será aquela que acabará com a seca e lhe dará algo para ter esperança.




Há quem tema ficar embaraçado por ter feito algo de errado. Sem comentários. Não gosto de ficar remoendo erros do passado tanto quanto você. Mas se você tiver a chance de escolher entre ser conhecido por não ter feito nada grandioso ou por ter cometido alguns erros durante sua trajetória, tentando fazer algo significativo de sua vida, qual escolheria.




Parabéns! Eu sabia que escolheria fazê-lo.

Momento Insight 10 02 2009




Nossa vida, a melhor resposta
(texto de Martha Medeiros, publicado no jornal O Globo, 12/nov/2006)

Quem é você? Do que gosta? Em que acredita? O que deseja? Dia e noite somos questionados, e as respostas costumam ser inteligentes, espirituosas e decentes. Tudo para causar a melhor impressão aos nossos inquisidores. Ora, quem sou eu. Sou do bem, sou honesto, sou perseverante, sou bem-humorado, sou aberto — não costumamos economizar atributos quando se trata da nossa própria descrição. Do que gostamos? De coisas belas. No que acreditamos? Em dias melhores. O que desejamos? A paz universal.

Enquanto isso, o demônio dentro de nós revira o estômago e faz cara de nojo. É muita santidade para um pobre diabo, ninguém é tão imaculado assim.

A despeito do nosso inegável talento como divulgadores de nós mesmos e da nossa falta de modéstia ao descrever nosso perfil no Orkut, a verdade é que o que dizemos não tem tanta importância.

Para saber quem somos, basta que se observe o que fizemos da nossa vida. Os fatos revelam tudo, as atitudes confirmam. O que você diz — com todo o respeito — é apenas o que você diz.

Entre a data do nosso nascimento e a desconhecida data da nossa morte, acreditamos ainda estar no meio do percurso, então seguimos nos anunciando como bons partidos, incrementamos nossas façanhas, abusamos da retórica como se ela fosse uma espécie de photoshop que pudesse sumir com nossos defeitos. Mas é na reta final que nosso passado nos calará e responderá por nós.
Quantos amigos você manteve.
Em que consiste sua trajetória amorosa.
Como educou seus filhos.
Quanto houve de alegria no seu cotidiano.
Qual o grau de intimidade e confiança que preservou com seus pais.
Se ficou devendo dinheiro.
Como lidou com tentativas de corrupção.
Em que circunstâncias mentiu.
Como tratou empregados, balconistas, porteiros, garçons.
Que impressão causou nos outros — não naqueles que o conheceram por cinco dias, mas com quem conviveu por 20 anos ou mais.

Quantas pessoas magoou na vida. Quantas vezes pediu perdão.
Quem vai sentir sua falta. Pra valer, vamos lá.
Podemos maquiar algumas respostas ou podemos silenciar sobre o que não queremos que venha à tona. Inútil. A soma dos nossos dias assinará este inventário. Fará um levantamento honesto. Cazuza já nos cutucava: suas idéias correspondem aos fatos? De novo: o que a gente diz é apenas o que a gente diz.

Lá no finalzinho, a vida que construímos é que se revelará o mais eficiente detector de nossas mentiras.